PF apreende mais de 1 mil ampolas de medicamentos emagrecedores

Ação ocorreu no Aeroporto Internacional Cunha Machado, na capital maranhenseWhatsApp Image 2026-10-26 at 10.40.30.jpeg

A Polícia Federal apreendeu, nesse domingo (25/10), mais de mil ampolas de tirzepatida no Aeroporto Internacional Cunha Machado, na capital maranhense.

A ação ocorreu durante fiscalização de rotina realizada por policiais federais. Durante a inspeção, as equipes detectaram a presença do medicamento acondicionado em caixas, na bagagem de um passageiro.

A Anvisa proíbe a comercialização, a importação, a distribuição e o uso de versões de tirzepatida, que não possuem registro oficial no Brasil, como as chamadas canetas emagrecedoras de marcas estrangeiras ou paraguaias, bem como produtos manipulados irregularmente.

O suspeito foi submetido aos procedimentos legais, e o caso será encaminhado à Justiça.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ampliou sua votação no Maranhão no segundo turno da eleição presidencial de 2026, realizado neste domingo (25), enquanto o senador Flávio Bolsonaro (PL) registrou redução no número de votos recebidos no estado em relação ao primeiro turno.

Segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), com 100% das urnas apuradas, Lula conquistou 2.808.231 votos (69,54% dos válidos) no segundo turno, contra 2.566.301 votos (63,99%) registrados na primeira etapa da disputa, em 4 de outubro.

O petista ganhou, portanto, 241.930 votos, aumentando sua participação em 5,55 pontos percentuais entre os dois turnos.

Já Flávio Bolsonaro passou de 1.239.040 votos (30,90%) no primeiro turno para 1.229.971 votos (30,46%) no segundo. O candidato do PL perdeu 9.069 votos, com redução de 0,44 ponto percentual em sua participação nos votos válidos.

A diferença entre os dois candidatos também aumentou. No primeiro turno, Lula recebeu 1.327.261 votos a mais que Flávio Bolsonaro. No segundo, essa vantagem chegou a 1.578.260 votos, uma ampliação de 250.999 votos.

Comparecimento e votos válidos

O resultado ocorreu mesmo com a redução no comparecimento às urnas no Maranhão. No primeiro turno, 4.160.343 eleitores participaram da votação. No segundo, foram 4.127.771, uma diminuição de 32.572 votantes.

A abstenção passou de 19,73% para 20,36%. Por outro lado, houve redução dos votos brancos e nulos, que somaram 149.904 no primeiro turno e 89.569 no segundo.

Com isso, o total de votos válidos aumentou de 4.010.439 para 4.038.202, apesar da queda no comparecimento.

No primeiro turno, outros dez candidatos também disputaram a Presidência da República e receberam, juntos, 205.098 votos no Maranhão.

Os números mostram que Lula ampliou sua votação absoluta no estado, enquanto Flávio Bolsonaro terminou o segundo turno com menos votos do que havia recebido em 4 de outubro. Os resultados, entretanto, não permitem identificar individualmente como os eleitores mudaram seus votos entre as duas etapas da eleição.

Os dados constam da apuração oficial da Justiça Eleitoral, com 100% das 18.093 seções do Maranhão totalizadas.

 

 

Blog do Gilberto Léda 

                 Flávio Dino

A reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu uma disputa antecipada sobre quem poderá representar o campo governista nas eleições presidenciais de 2030. Nesse cenário, aliados do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), passaram a defender que ele deixe a Corte e retorne à política para disputar a Presidência da República.

A avaliação desse grupo é que o PT não dispõe, atualmente, de uma liderança com o mesmo peso político de Dino para assumir o protagonismo da sucessão presidencial. Por isso, seus aliados consideram que o ministro poderia deixar o Supremo nas proximidades de 2030, retomando a carreira política para tentar viabilizar uma candidatura ao Palácio do Planalto.

A possibilidade, entretanto, encontra obstáculos dentro do próprio Partido dos Trabalhadores. Setores da legenda resistem à ideia de apoiar um nome externo aos seus quadros e defendem que a sucessão de Lula seja conduzida por uma liderança petista.

Trajetória política fortalece nome de Dino

Os defensores de uma eventual candidatura de Flávio Dino destacam que o ministro já realizou anteriormente uma transição da magistratura para a política eleitoral.

Em 2006, Dino deixou a carreira de juiz federal para ingressar na vida partidária. Naquele ano, foi eleito deputado federal pelo Maranhão, iniciando uma trajetória que posteriormente o levaria ao comando do governo estadual e ao Senado.

O atual ministro do STF conquistou duas eleições para governador do Maranhão, em 2014 e 2018. Em 2022, foi eleito senador pelo estado, consolidando sua posição como uma das principais lideranças políticas da esquerda brasileira.

Em fevereiro de 2024, deixou o Executivo para assumir uma vaga no STF, após ser indicado pelo presidente Lula e ter seu nome aprovado pelo Senado Federal.

Na ocasião, sua chegada ao tribunal foi interpretada por setores do PT como uma maneira de afastar da disputa política uma liderança que poderia representar uma alternativa à hegemonia petista no campo progressista.

Agora, com a impossibilidade de Lula disputar novamente a Presidência em 2030, aliados do magistrado enxergam uma oportunidade para seu retorno à política eleitoral.

O governador do Maranhão, Carlos Brandão (MDB), acertou ao determinar o afastamento do sargento da Polícia Militar James Mota da Silva, que exercia o cargo de secretário municipal de Segurança Pública de Barra do Corda. O militar é acusado de ameaçar e intimidar eleitores e militantes do Partido dos Trabalhadores (PT) no município.

A decisão foi tomada após a divulgação de áudios nos quais o policial faz declarações consideradas graves, incluindo ameaças de prisão e manifestações de hostilidade contra integrantes do partido.

Em uma das gravações, James Mota afirma: “Quem é PT é inimigo da polícia, é inimigo da sociedade”.

As declarações provocaram denúncias de intimidação política e levantaram questionamentos sobre a atuação do militar, especialmente por ocupar um cargo de comando na segurança pública municipal.

Diante da repercussão, Brandão anunciou o afastamento do sargento, que estava à disposição da Prefeitura de Barra do Corda, e determinou a apuração dos fatos.

“Determinei o afastamento do sargento James Mota da Silva (cedido à Prefeitura de Barra do Corda, onde atua como secretário municipal de Segurança) e a investigação sobre suas graves declarações. Qualquer tentativa de intimidar eleitores ou interferir na liberdade do voto é inaceitável e atenta contra a democracia e as liberdades individuais”, declarou o governador.

Brandão também fez questão de destacar que sua posição não está relacionada a preferências partidárias e que o respeito à liberdade do voto deve prevalecer independentemente da orientação política dos envolvidos.

“Essa posição independe de ideologia política e vale para todos, de QUALQUER LADO. Reitero que a fiscalização nos locais de votação deve ser realizada com responsabilidade pelas forças de segurança e pela Justiça Eleitoral”, acrescentou.

A medida adotada pelo governador é acertada e necessária. Agentes de segurança pública têm o dever de atuar com imparcialidade, respeitando os direitos individuais e garantindo que nenhum cidadão seja constrangido ou ameaçado em razão de suas convicções políticas.

 

Blog do Gilberto Léda 

 

“Estava esperando passar o período eleitoral para não pensarem que era por conta da eleição. Preciso e vou realizar esse sonho que tenho para a população.”

Com recursos próprios do município, o programa vai substituir casas de taipa por casas de alvenaria para população.

Prefeita pela quarta vez, Maura Jorge une experiência e pulso firme a um olhar atento para a vida das pessoas. Para quem ainda mora numa casa de taipa, esse anúncio tem um significado muito concreto: a esperança de ver a própria família vivendo numa casa de alvenaria.

Nos votos válidos, candidatos registram exatamente o mesmo percentual às vésperas da decisãolula-flavio-bolsonaro

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL) registraram empate numérico na disputa pelo segundo turno das eleições presidenciais de 2026, com 50% dos votos válidos para cada candidato, de acordo com pesquisa Datafolha, divulgada nesta quinta-feira (22). O levantamento de 15 de outubro havia apontado 51% dos votos válidos para o senador da extrema direita e 49% para o petista. O confronto entre os dois presidenciáveis ocorre no próximo domingo (25), dia do segundo turno.

Na pesquisa de 15 de outubro, Flávio Bolsonaro aparecia com 47% das intenções de voto, enquanto Lula registrava 45%. Uma semana antes, em 8 de outubro, o senador tinha 49%, contra 45% do presidente.

A nova pesquisa também mostrou que 5% dos eleitores pretendiam votar em branco, anular o voto ou não escolher nenhum dos dois candidatos. Na semana anterior, esse grupo representava 6% dos entrevistados.

Somados, os votos brancos e nulos e os indecisos representaram 7% dos entrevistados na pesquisa mais recente, enquanto 93% declararam intenção de voto em um dos dois candidatos.

Encomendado pela Globo e pela Folha de S.Paulo, o levantamento Datafolha entrevistou 2.154 eleitores com 16 anos ou mais entre os dias 20 e 22 de setembro. A pesquisa apresentou margem de erro de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, e nível de confiança de 95%. O instituto registrou o estudo na Justiça Eleitoral sob o número BR-09709/2026.

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