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Uma grande caminhada na manhã desta quinta-feira (10) tomou as ruas de Itinga do Maranhão, reunindo moradores, lideranças políticas e apoiadores de Orleans Brandão. Ao lado da prefeita Leny Paula do Quininha e do ex-prefeito Quininha, o candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, destacou a união do grupo político no município.

“Eu fico feliz em chegar aqui na cidade de Itinga, onde tem uma prefeita com mais de 90% de aprovação, uma prefeita forte, guerreira, mas mais do que isso, encontrar grupos unidos, encontrar pessoas que estão acreditando no meu projeto”.
No palanque, também estiveram presentes a candidata a deputada federal Larissa DP, os candidatos a deputados estaduais Zé Inácio e Ricardo Arruda, o deputado federal e candidato a reeleição Josivaldo JP e a ex-prefeita do município, Vete Botelho.
Durante a mobilização, a prefeita Leny Paula declarou apoio à candidatura de Orleans e afirmou que o município reconhece quem tem contribuído para seu desenvolvimento. “O povo de Itinga jamais iria deixar de ser gratidão por quem tem trabalhado pela nossa cidade. Todo mundo sabe que o melhor pra Itinga é Orleans Brandão, porque a gente precisa dar continuidade no trabalho que tem feito a diferença nessa cidade”.

Ao falar sobre os próximos passos para o município, Orleans Brandão apresentou um compromisso voltado principalmente para a saúde. “Eu já faço esse compromisso público aqui com a cidade de Itinga: além de equipar totalmente o hospital municipal, nós vamos ajudar a prefeitura municipal a manter. Nós vamos trazer especialidades.

A saúde de Itinga será referência pra todo o estado do Maranhão”.Orleans também reforçou que pretende manter uma relação próxima com a gestão municipal e ampliar as ações no município. “Eu quero continuar esse trabalho. Eu quero mostrar que, se o Brandão foi bom, eu serei o melhor governador que Itinga já viu. Eu quero muito continuar esse trabalho, um trabalho que chegou na região. Eu quero continuar esse legado.Eu peço aqui, com muita humildade, um voto de confiança.
Eu só preciso de uma oportunidade”. Ao final, Orleans pediu o apoio dos moradores de Itinga para a disputa pelo Governo do Maranhão. “Eu só peço uma oportunidade pra mais uma vez fazer o que eu fiz como secretário, tá do lado da prefeita Paula, trabalhando por essa cidade que eu aprendi a respeitar e aprendi a amar. Eu posso contar com vocês? Então, pra governador, dia 4 de outubro é 15. Obrigado, Itinga”.

A Procuradoria-Geral do Estado do Maranhão (PGE-MA) tenta reverter no Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA) a nomeação de Ariana Sampaio Sousa para o cargo de delegada da Polícia Civil. Ela havia sido eliminada ainda na primeira fase do concurso realizado em 2017, após ficar na 2.018ª posição na prova objetiva, mas tomou posse por determinação judicial em maio de 2025.
Ariana tomou posse em 12 de maio de 2025 após decisão do juiz Osmar Gomes dos Santos, da 1ª Vara da Fazenda Pública de São Luís. A sentença havia sido proferida em 7 de abril daquele ano e anulou o ato que a eliminara do concurso.
O caso ganhou repercussão após outro candidato questionar publicamente a nomeação, sob o argumento de que havia obtido nota superior à de Ariana na prova objetiva. O edital previa 20 vagas imediatas, sendo 15 de ampla concorrência e cinco reservadas, além de cadastro de reserva com 80 nomes.
O concurso também continha uma cláusula de barreira que restringia aos 225 primeiros colocados da ampla concorrência a convocação para a prova discursiva.
Na ação judicial, a defesa de Ariana sustentou que ela havia acertado 60 das 100 questões da prova objetiva, alcançando a pontuação mínima prevista e pelo menos 50% de aproveitamento em cada grupo de disciplinas.
Os advogados também alegaram que a Lei Estadual nº 12.212/2024 autorizou a flexibilização da cláusula de barreira para permitir convocações ao Curso de Formação Profissional e a composição de cadastro de reserva.
A PGE-MA, por outro lado, argumenta que a lei citada pela defesa alcançaria somente candidatos que já tivessem sido considerados aptos em todas as fases da primeira etapa do concurso. Para o Estado, Ariana não poderia ser beneficiada porque havia sido eliminada já na prova objetiva.
O governo também sustenta que a manutenção da nomeação pode provocar um “efeito multiplicativo” e abrir caminho para que outros candidatos eliminados recorram à Justiça em busca do mesmo tratamento.
“Convocar a candidata para o Curso de Formação, que constitui a segunda etapa do certame, sem que ela tenha obtido êxito na primeira fase, é um absurdo sem precedentes. Tal decisão permitiria que a candidata ingressasse no curso de formação sem ter completado nenhuma das fases da primeira etapa, o que comprometeria a legitimidade e a equidade do processo seletivo”, citou a PGE na ação.
Ao decidir em favor de Ariana, o juiz Osmar Gomes dos Santos considerou que, embora esse tipo de cláusula seja admitido pelo STF, sua aplicação deve observar princípios de razoabilidade e proporcionalidade. O magistrado entendeu que retirar a candidata do cargo depois de sua aprovação no curso de formação seria contrário ao interesse público e à finalidade do concurso.
Atualmente, Ariana está lotada na delegacia de Bacabal e integra o grupo de delegados responsável pela investigação do desaparecimento de duas crianças na cidade. A Polícia Civil informou ao UOL que está em andamento a transferência dela para São Luís, solicitada pela própria delegada por motivos familiares.
“Atualmente, está em andamento o processo de transferência da servidora para São Luís, a pedido da própria delegada, por questão de ordem familiar”, informou a Polícia Civil.

O deputado estadual Ariston (MDB) intensificou sua presença na Baixada Maranhense com uma série de agendas voltadas ao diálogo com comunidades, trabalhadores e lideranças locais. A passagem pela região incluiu compromissos nos municípios de Matinha, Pinheiro, Mirinzal e Cururupu.
Em Matinha, o parlamentar esteve no povoado Itans, onde participou de uma reunião com lideranças e moradores. Durante o encontro, conheceu as principais demandas da comunidade e conversou sobre melhorias para a região, com atenção especial ao fortalecimento do comércio local e à criação de condições que estimulem a economia e gerem novas oportunidades.
Entre as alternativas discutidas está o incentivo à criação de peixes, atividade com potencial para fortalecer a produção local e se transformar em mais uma fonte de renda para as famílias de Matinha. A proposta é fomentar a piscicultura, apoiando pequenos produtores e estimulando uma cadeia produtiva capaz de movimentar o comércio, gerar trabalho e ampliar as oportunidades no município.
Para Ariston, a presença nas comunidades permite compreender de perto a realidade de quem vive nos municípios e identificar prioridades que possam ser transformadas em ações por meio do mandato na Assembleia Legislativa.
A agenda seguiu por Pinheiro, um dos principais municípios da Baixada Maranhense, onde o deputado se reuniu com trabalhadores locais. A conversa abordou os desafios enfrentados por quem movimenta diariamente a economia da região, além da necessidade de incentivar atividades produtivas e ampliar as oportunidades de trabalho e renda.
Em Mirinzal, Ariston manteve a mesma dinâmica de diálogo, reunindo-se com trabalhadores para conhecer suas demandas e discutir caminhos para fortalecer a economia local e apoiar quem gera renda nos municípios.
Já em Cururupu, o deputado participou de uma recepção em comitê, ao lado de apoiadores e lideranças locais. O encontro reforçou sua presença política na Baixada e ampliou as articulações em torno de sua candidatura à reeleição para a Assembleia Legislativa.
A passagem pela região integra uma agenda que Ariston vem cumprindo em diferentes pontos do Maranhão. Nas últimas semanas, o parlamentar também esteve em municípios como Pastos Bons, Pedreiras, Mirador, Nova York e Paraibano, mantendo encontros com trabalhadores, gestores, lideranças e comunidades.
Candidato à reeleição, Ariston tem buscado unir a experiência do mandato à presença constante nos municípios, defendendo uma atuação parlamentar construída a partir das necessidades apresentadas pela própria população.
Na Baixada Maranhense, a agenda reforçou essa estratégia: estar perto das comunidades, valorizar os trabalhadores e buscar alternativas para fortalecer o comércio e as atividades econômicas locais, contribuindo para a geração de renda, novas oportunidades e o desenvolvimento da região.

O juiz Rubem Lima de Paula Filho, do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), determinou nesta quinta-feira (10) a suspensão, por 24 horas, da divulgação da pesquisa Real Time Big Data registrada sob o número MA-02569/2026. A decisão atende parcialmente a pedido da coligação “Avanço por Todo Maranhão”.
O levantamento, referente às disputas pelo Governo e pelo Senado, ouviu 1.600 eleitores entre os dias 5 e 9 de setembro e estava autorizado a ser divulgado a partir desta quinta. O custo informado foi de R$ 24 mil, pagos com recursos próprios do instituto.
Na ação, a coligação questionou possíveis incompatibilidades entre a metodologia, o plano amostral e o questionário, além do uso de dados do Censo de 2010 para definir o nível econômico dos entrevistados e da capacidade da empresa para financiar o levantamento.
Ao analisar o caso, o magistrado afirmou não haver, até o momento, elementos suficientes para considerar a pesquisa fraudulenta ou reconhecer a existência de um financiador oculto. Também afastou, nesta fase, a alegação de incapacidade econômica da Real Time Mídia para custear o estudo.
A suspensão foi motivada principalmente pela falta de informações detalhadas sobre a combinação de entrevistas telefônicas e digitais, a participação de entrevistadores humanos e a utilização de recursos de inteligência artificial na coleta e no processamento das respostas.
Segundo o juiz, os documentos cadastrados não esclarecem como os entrevistados foram vinculados às localidades sorteadas, o significado de “abordagens digitais”, a quantidade de entrevistas realizada em cada modalidade nem a função efetivamente desempenhada pela inteligência artificial.
A Real Time Mídia terá o mesmo prazo de 24 horas para apresentar manifestação técnica, preferencialmente assinada também pela estatística responsável. A empresa deverá explicar ainda como ocorreu a supervisão humana e a verificação de 15% dos questionários, além de justificar tecnicamente o uso de informações do Censo de 2010 para a variável econômica.
Depois da apresentação dos esclarecimentos, ou do encerramento do prazo sem manifestação, o TRE-MA voltará a analisar a suspensão. A decisão ressalta que a medida é temporária e não representa reconhecimento de fraude, falsidade metodológica ou irregularidade no financiamento.
A mesma pesquisa já é discutida em outro processo, no qual foi proferida decisão cautelar sobre a divulgação de determinados cenários de segundo turno. Por esse motivo, o magistrado reconheceu a prevenção do juízo para evitar decisões conflitantes sobre o levantamento.
Blog do Gilberto Léda
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Após uma extensa agenda pela Baixada Maranhense, o candidato ao Governo do Maranhão, Orleans Brandão, participou, nesta quarta-feira (9), de uma grande caminhada em São João Batista, ao lado do prefeito Mecinho. A mobilização percorreu as ruas do município com apoiadores em motocicletas, carros e a pé, em uma noite marcada pela proximidade com a população e pela apresentação de novos compromissos para a cidade e a região.
A programação ganhou um momento de maior proximidade quando Orleans desceu do trio, na Praça do Viva Paulo VI, e seguiu o restante do percurso a pé. Entre os moradores, cumprimentou famílias, passou de casa em casa e recebeu manifestações de apoio até a chegada à Avenida Getúlio Vargas, ponto final da caminhada.
Ainda durante o discurso, Orleans relembrou ações que ajudou a viabilizar quando esteve à frente da Secretaria de Assuntos Municipalistas. Citou as estradas da Raposa e de Santana, a ligação entre Anajatuba e São João Batista e iniciativas como o Viva Procon, o Restaurante Popular e a escola militar. A Estrada de Santana, segundo ele, nasceu de uma demanda apresentada em seu gabinete e avançou até se tornar realidade.
Novos compromissos
Com os olhos voltados para os próximos anos, Orleans apresentou novas propostas para a região, entre elas a implantação de uma maternidade regional na Baixada Maranhense, caso seja eleito governador “Em 2027, eu trago para a Baixada Maranhense a maternidade da Baixada. Vocês não vão ter que se deslocar mais horas de relógio para fazer o parto, para ganhar o seu neném”, declarou.
Para São João Batista, o candidato também defendeu a ampliação da pavimentação para a zona rural a partir de 2027, com o objetivo de melhorar o acesso às comunidades e ampliar os investimentos em infraestrutura. “Eu garanto a todos vocês que vou perder a conta de quantas vezes eu vou vir aqui em São João Batista trazer obras e trazer ações para todos vocês”, reforçou.
O prefeito Mecinho destacou a parceria construída com Orleans e o conhecimento que o candidato tem da realidade do município. Segundo ele, a atuação de Orleans é marcada pela presença e pela disposição em transformar demandas locais em ações concretas.
“Orleans conhece São João Batista, conhece o Maranhão, sabe o que precisa ser feito e tem mostrado trabalho. Ele ajudou o nosso município, conhece os nossos problemas e tem compromisso com a nossa gente. Gratidão se paga com gratidão”, ressaltou Mecinho.
Ao falar sobre o futuro, Orleans também destacou a importância de construir uma trajetória própria à frente do Estado, reconhecendo os resultados da gestão de Carlos Brandão. “O Brandão foi um excelente governador para São João Batista e para todo o Maranhão. Mas eu quero deixar meu legado, quero deixar minha história aqui em São João Batista e, por onde eu estou passando, eu estou falando de compromisso, estou falando do que a gente pode fazer”, concluiu.
A caminhada contou ainda com a presença do senador e candidato à reeleição Weverton Rocha, do candidato a deputado federal Aluísio Mendes e do candidato a deputado estadual Glaydson Resende, além de vereadores, ex-prefeitos, secretários e outras lideranças políticas da região.
Aliados tentam separar ação da PF de investigação sobre repasses de Vorcaro e apostam na crise do STF para reduzir desgaste eleitora
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A nova operação da Polícia Federal sobre o financiamento do filme Dark Horse acendeu um sinal de alerta na campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, a três semanas do primeiro turno. Embora o senador não seja alvo da ação deflagrada nesta quinta-feira, aliados veem risco de desgaste por causa da retomada do tema no noticiário e da ligação do presidenciável com outra frente de apuração relacionada ao longa.
Integrantes da campanha admitem que a ofensiva da PF tem potencial para atingir o candidato politicamente, sobretudo porque Dark Horse já havia causado preocupação durante a pré-campanha. A apreensão se concentra no avanço das investigações sobre o financiamento do projeto, do qual Flávio participou diretamente ao buscar recursos junto ao banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master.
Apesar disso, auxiliares do senador avaliam que o embate entre ministros do Supremo deve continuar dominando a agenda política nos próximos dias. A aposta é que a dimensão da crise na Corte dificulte uma mudança completa do foco da campanha eleitoral. Flávio deve seguir direcionando críticas a Alexandre de Moraes e a Flávio Dino, tentando transformar o confronto institucional em combustível para sua candidatura.
A operação desta quinta-feira, porém, é vista como um risco a essa narrativa. A PF cumpre 49 mandados de busca e apreensão em uma investigação sobre suspeitas de desvio de emendas parlamentares destinadas a entidades ligadas à produção de Dark Horse. Entre os alvos estão o deputado Mário Frias (PL-SP) e a empresária Karina Gama, da produtora Go Up.
Nos bastidores, aliados de Flávio avaliam que o impacto poderia ter sido ainda maior caso Mário Frias tivesse sido escolhido como candidato do grupo ao Senado por São Paulo, hipótese discutida durante a montagem da chapa estadual. O PL acabou lançando o presidente da Assembleia Legislativa paulista, André do Prado, o que, na leitura da campanha, impediu que a operação atingisse diretamente um dos principais palanques estaduais do presidenciável.
O esforço central da campanha é separar as duas frentes de investigação envolvendo o filme. A primeira, sob relatoria de Flávio Dino, apura a destinação de emendas parlamentares para entidades relacionadas à produção. A segunda, sob responsabilidade de André Mendonça, foi aberta como desdobramento do caso Master e envolve diretamente Flávio Bolsonaro.
Auxiliares do senador também fazem uma leitura política da ação. Integrantes da campanha associam o momento da operação à alta de Flávio nas pesquisas e afirmam ver tentativa de interferência no processo eleitoral. Não há, porém, evidências de que a ofensiva da PF tenha sido motivada pelo desempenho do candidato.
Aliados comparam a investigação sobre as emendas ao inquérito das fake news, aberto no STF em 2019, e argumentam que uma apuração longa sob relatoria de um ministro da Corte pode manter adversários políticos sob pressão. Também há questionamentos no entorno de Flávio sobre o fato de o caso estar com Dino e sobre a permanência de Andrei Rodrigues no comando da Polícia Federal.
Na quarta-feira, Dino determinou a reintegração de Andrei ao cargo de diretor-geral da PF, após ele ter sido afastado por decisão de André Mendonça. Horas depois, o presidente do STF, Edson Fachin, suspendeu decisões conflitantes e manteve Andrei no posto enquanto analisa o caso.
Mesmo com o temor de novos elementos das investigações, aliados de Flávio vinham avaliando que a crise no Supremo gerava mais dividendos eleitorais para o candidato do que para Lula. A operação da PF, agora, recoloca o financiamento de Dark Horse no centro da disputa e obriga a campanha a tentar preservar essa vantagem política enquanto busca conter o impacto de um caso que liga o presidenciável ao escândalo do Banco Master.
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